segunda-feira, 26 de maio de 2014

Todo o Cuidado É Pouco

Ainda sobre o assunto das pessoas dissimuladas: saia do caminho delas, pois se você for um empecilho, danou-se. 
A pessoa dissimulada não descansa nunca. É uma tremenda atriz, sempre atuando. Sempre bancando a queridinha, a boazinha, a pessoa que está ali sempre com uma palavra amiga, mas no fundo, querendo usar você como um reles degrau.
Normalmente, pessoas desavisadas acreditam que ela seja um ser querido, de
alma boa, que quer o bem de todos. Ledo engano. No ambiente corporativo, principalmente, ela usa destes artifícios para sub-repticiamente, jogar as "pedras do caminho" longe.
O melhor a fazer se você é a parte mais fraca dessa relação é agir corretamente, interagir pouco, não socializar absolutamente nada. Apenas o necessário para que você faça seu trabalho de forma efetiva.
Se isso está lhe causando sofrimento e, caso exista algum canal em sua empresa em que você possa ser ouvido, como por exemplo Medicina do Trabalho, procure-os. Eles são os profissionais que podem intervir em seu favor, inclusive ajudando-o a lidar com os diversos tipos que nos deparamos no mundo dos negócios.
Se não existe este serviço no seu local de trabalho, de alguma maneira você vai ter que se blindar contra os ataques malignos do dissimulado. Mantenha-se firme, não divulgue nada da sua vida íntima, não comemore coisas boas perto dele, e se possível seja monossilábico. Se estiver rindo de uma piada e ele chegar no grupo, saia. Demonstre que você e ele apenas tem um vínculo profissional e basta! Quando possível, procure uma ajuda profissional. A terapia funciona bastante e é sempre bom ter com quem desabafar e confiar. Você nunca sabe se o seu colega mais chegado é realmente seu amigo.
Previna-se!
Experiência própria!

Quer saber mais? Leia esse ótimo texto de Jerônimo Mendes.

3 comentários:

  1. Eu sei bem como é isso, já fui vítima de uma peste dessa.
    Bjks
    Jussara

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  2. eita marilia! parabens! Sandra

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