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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Presentão

Que papai noel mais feio... mas tá de boa porque a gente ganhou uma piscina tão sonhada... apesar de ser de 1000 litros e de plástico. Olha a carinha do mano de alegria contida!!!!! =)
Foi em Casca, dezembro de 1981.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Guabijú

Rafaela e Dunga no verão em 2011. 
O primeiro post das fotos foi desse dia também.
Guabijú, casa de parentes do meu pai.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Irri

Sugestão de título - Letícia Gobbi
Autoria do texto - Marilia Bavaresco

Numa cidadezinha de interior, longe de tudo e de todos, havia apenas uma escola. 
Todos em época escolar, desde os mais abastados até os mais simplórios, eram obrigados a estudar nela. 
Ali se reuniam tanto os filhos de trabalhadores e agricultores como os filhos de gente "da alta" como eles mesmo diziam.
Como não podia deixar de ser, existia uma divisão de grupinhos dentro de cada sala de aula, sendo que na maioria das vezes ficavam os mais "endinheirados" contra os mais humildes.
Desde os primeiros dias de aula daquele sexto ano, a tal divisão era evidente. Estudavam nessa classe as filhas de gente muito rica da cidade. Letícia, filha de
um industrial de tecidos finos; Charlene, filha de um pecuarista e industrial alimentício; Janaina, filha de em um empresário do ramo de basalto; Aline, filha de um industrial vitivinicultor; Fernanda, filha de um empresário do ramo cooperativista; Taline, filha do empresário exportador de basalto; Luana, filha duma empresária super famosa do ramo de festas; Michele, filha de um alto executivo de uma empresa imobiliária; Marilia, filha de um banqueiro que preferiu deixar sua família mais segura na cidade pequena; Daniela, filha de uma empresária muito badalada do ramo dos cosméticos; Vanessa, filha de uma rica empreendedora da alta costura; Alessandra, filha de um senador que também preferiu deixar a família na pequena cidade em segurança. 
Elas formavam um grupo apelidado de "As Doze Odiadas" que chegava arrepiar os professores e colegas. Sempre combinantes, na última moda, olhando as pessoas de cima, tinham na líder Letícia uma guia das aprontações.
Naquele ano, um jovenzinho do interior, da Linha Sétima, entrou para essa classe. E sofreu!
No primeiro dia, como era de praxe, todos tiveram que se levantar e se apresentar para a turma. A cada aluno se ouviam comentários e risadinhas, especialmente vindas daquele grupinho de dondocas mal educadas.
Estavam se apresentando em ordem de classes e como o tal menino estava bem no cantinho da sala, foi o último. Quando ele se levantou, a professora falou simpática:
- Olá, você é novo por aqui. Te apresente para os teus colegas!
- Oi zênte! Eu sou o Irri!!
Foi aquela gargalhada. O pobre rapazinho ficou vermelho, olhando pro chão.
A professora perguntou:
- Oi Irri, seja bem vindo. Mas teu nome é só Irri ?
- Nón. Meu nome é Irri de Irrineo.
Já começou mal, todo mundo pegando no pé do moço. 
Conforme iam avançando nas séries As Doze Odiadas ficavam mais insuportáveis e o Irri sofrendo...
Houve um dia ensolarado em que essas mesmas moças passaram de carro pelo Irri a pé indo em direção à cascata (ponto turístico do município)... todas começaram a gritar, a rir e falar besteiras para ele. Devido à estrada ser de chão, o peso do carro estar grande, o pneu furou. E elas tiveram que pedir ao colega que se aproximava a caminho da sua casa. Ele ajudou, elas embarcaram no carro e saíram sem agradecer. Muito pelo contrário, passaram a fazer piadas sobre o fato.
E assim foi, cada vez pior, até que acabassem o Ensino Médio que na época era conhecido como Segundo Grau.
O tempo passou, cada qual seguiu seu caminho. As dondocas migraram para a cidade grande e o Irri permaneceu nas terras de seu pai, trabalhando e ajudando de sol a sol no serviço pesado da colônia.
Mas o destino é traiçoeiro, e cada uma delas viu os pais perderem tudo o que tinham, de um jeito ou de outro. Tiveram que ralar para conseguirem pagar as contas e ainda, ajudarem as famílias falidas. 
Quando voltaram a se reunir 30 anos depois, resolveram fazer um encontro naquela cidadezinha, num restaurante que ali havia. Muitas risadas, muitas lembranças, muita lamúria por conta das penúrias que cada uma delas estava passando financeiramente.
De repente o garçon pediu licença que o estavam chamando. Elas ficaram
curiosas sobre o porquê da pressa. Ele falou que estava chegando ao restaurante o granjeiro mais rico e bem sucedido de todos os tempos naquela cidade.
Curiosas elas ficaram observando a entrada.
Numa roupa super alinhada, impecável, com uma mulher maravilhosa ao lado entrou ele, o Irri. Elas perguntaram ao garçon o nome daquele homem, só para confirmar.
- Ele é o Irri! Seu Irrineo Matiello. O cara mais gente fina e mais rico do país. Ele vem de vez em quando comer aqui e apesar de toda sua grana ele sempre está presente, ajudando a cidade.
Acabando de falar isso o garçon se deu conta de uma mão no seu ombro. Era o próprio Irri.
Olhou para as mulheres ali sentadas e as cumprimentou uma a uma.
Depois virou para o garçon e disse:
- Coloque a conta dessa mesa no meu nome. Até logo senhoras.
Admiradas com tal gesto, cochichando entre si escutaram a antiga mentora Letícia dizer:
- Que colega que tu me saiu heim, Irri? 

* os fatos foram adaptados e modificados; as histórias de cada um também: o verdadeiro protagonista é um empresário colonial de produtos feitos por ele mesmo e as gurias estão vivendo suas vidas. Elas nunca formaram uma gangue e são freguesas do Irri hoje em dia.


terça-feira, 19 de julho de 2016

Mariluz

Que eu me lembre passamos um mês em Mariluz nessa temporada e várias coisas aconteceram nesse meio tempo de veraneio. 
Caí de cara num banco de areia, machuquei o rosto e picotou meu cabelo. Mas graças ao cuidado da minha mãe, não ficou nenhuma marquinha para a comemoração dos quinze, uns meses depois.
Passado isso, peguei piolho... marmanja com 14 anos e piolhenta... na praia!!! E foi um parto esconder do mano e do Hamilton que tinha ido conosco... imagina a pegação de pé se soubessem.
Depois de passada essa fase ruim, tudo foi ficando bacana, fizemos muitas amizades, até namoricos adolescentes. Muitas saudades!


sexta-feira, 15 de julho de 2016

TOTOCO


Totoco. Esse era o nome do pato.
Ele era órfão e minha mãe levou para casa, quando morávamos em Sertão. Eu tinha 12 anos nessa foto.
O Totoco era como um cachorro. Aguardava nossa chegada da aula, fazia festa, seguia a gente por tudo, especialmente o meu irmão.
Lembro que íamos na horta achar minhoca e ele ficava na volta esperando. 
Na época a moda era mulher usar umas gravatas, e volta e meia o bichinho entrava gravata adentro e a única maneira de tirar era cortar ou esperar a boa vontade dele.
Foi um período tão feliz que eu chego a lembrar de detalhes, de aromas, de sabores, de situações mínimas. Saudades boas!


segunda-feira, 20 de junho de 2016

Rato de Biblioteca


Esta foto foi tirada na escola estadual Bandeirantes de Sertão-RS, quando eu estava na sexta-série com 11 anos.
Eu adorava essa biblioteca que era uma das poucas opções para gente da minha idade ter o que fazer.
Lembro que a bibliotecária estava fazendo o registro dos livros com uma nova metodologia e eu me propus a ajudá-la. Trabalho encerrado, eu comecei a "registrar" os livros de casa. Minha mãe assinava nessa época o Círculo do Livro e sempre tinha livros novos chegando. 
Essa memória é uma das mais vivas da minha pré-adolescência.
=)

quinta-feira, 16 de junho de 2016

25 Anos

Esta foto é feia, eu estou mais horrível do que o natural, mas amo muito!!!
Foi no sítio da Fernanda, quando fiz 25 anos e estava numa fase complicada da vida. Mas como sempre tive sina de palhaça, deixei a tristeza e fui comemorar.
Saudades dessa época!




terça-feira, 14 de junho de 2016

Moleques

Eu nunca fui uma menina recatada, de vestidinho e lacinho. Sempre fui moleque desde que me conheço por gente. Nessa época eu tinha 12 anos, morava na última das três casas em que vivemos em Sertão, perto de Passo Fundo, interior do RS. 
Como meu pai trabalhava no Banco do estado, era transferido de três em três anos, portanto vivi em diferentes cidades do interior.
Lembro desta casa, que era a maior das três em que moramos nessa cidade, e na vizinhança só havia meninos amigos do meu irmão. Brincávamos muito. Havia trilhos de trem perto de casa, onde íamos fazer piqueniques explorando as colônias ao redor comendo muita bergamota no inverno e butíá no verão. 
Do lado de baixo dessa casa tinha um posto de gasolina e um bar. Ali eu comprava fiado alguns picolés até o dia que meu pai foi cobrado em público e nem preciso dizer que tomei um esporro daqueles em casa. Bem feito!
Nessa mesma época, dada a falta de atividades para a gurizada, comecei a ler os livros da minha mãe. Devorei vários suspenses da Agatha Christie e foi nessa época que tomei gosto pela leitura. Mesmo assim ainda preenchia o meu tempo com curso de violão, escolinha de vôlei e os estudos num fraquíssimo colégio estadual, sobrando um bom tempo para a folia e a leitura.
De noite eu escutava um radinho à pilha do meu pai, sintonizando dials AM de São Paulo e Rio. Achava o máximo da conectividade com o mundo. Que diferença de hoje!
São várias lembranças e até hoje tem aromas e gostos que me remetem àquelas épocas. Saudades e muito boas recordações.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Gateiras de Porto Alegre


Desde que adotei o meu primogênito, o Nelson, vários encontros com pessoas que também amam felinos foram acontecendo. Lembro que em 2008, com o advento da adoção da Alemoa, eu fiquei preocupada com a adaptação dela lá em casa. Por se tratar de uma gata adulta, que vivia na rua, eu procurei ajuda na Santa Internet. 
Acabei encontrando alguns grupos de gateiros nos quais me inscrevi e conheci pessoas muito especiais.
Nesta foto, foi a primeira vez que encontrei essas mulheres, cada uma delas especial e única. Todas elas ailurófilas como eu.
A fofura no colo da Miriam é a minha afigata Crystal!
Saudades de encontra-las, saudades dos papos, saudades de ver os afigatos!
Amo vocês.


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Eternamente Crianças


Essa turminha aí simboliza os momentos mais mágicos que vivemos enquanto a Rafaela era pequena. Ela frequentou a creche do hospital onde trabalho desde seus 4 meses até os seis anos. Os vínculos que fizemos com os pais das outras crianças e entre eles próprios serão para sempre.
Mesmo que o tempo voe, mesmo que a vida nos distancie, aquela sensação de aconchego que tínhamos perto um do outro nunca vai apagar.
Muita saudade dessa época.


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Casca

Nesta fase eu tinha 9 anos e morávamos em Casca, interior do RS. 
Numa volta de férias meus pais me surpreenderam com um 3 em 1 novinho, na sala. Nem preciso dizer que tomei conta do aparelho de som. 
Eles tinham diversos discos, mas os meus preferidos eram Superfreak do Rick James, Erasmo Carlos, Elis Regina e El Pasador que só tinha duas músicas (olhem os vídeos abaixo)... eu me divertia horrores dançando para minha plateia imaginária.
Não é que fui brindada com uma filha que fez isso desde pequena, igualzinho a mim?
Abaixo uma amostrinha do que eu ouvia... (se rir vai pro inferno!)






terça-feira, 3 de novembro de 2015

Nova Petrópolis - Villaflor Ecoresort

Um dos últimos feriados chuvosos destes vários de 2015. Subimos novamente a serra via BR 116 e levamos mais ou menos uma hora e meia para chegarmos lá. 
Almoçamos num restaurante na entrada de Picada Café e logo rumamos à Nova Petrópolis. Garoava muito.
... 
Chegamos no Villaflor passando um pouco das 14:00, horário do check-in. Para quem faz o caminho que fizemos é só seguir na estrada para Gramado e bem na frente do Outlet da Dakota e do lado da outlet da Tramontina fica a entrada do resort. 
Avaliações do Trip Advisor.

O lugar é encantador. Muito verde, muita araucária, muitos pássaros, lago, piscina climatizada, salão de esportes, academia, sala de jogos, área para crianças, trilhas, ponte pênsil, grutas, pesca esportiva... e muita lomba (ladeira). 
Depois de deixarmos nossas coisas nos respectivos bangalôs fomos explorar o local. A Rafaela aproveitou que o ginásio estava vazio para patinar. Jogamos carta (ensinamos Pife para Rafaela) e sinuca e tomamos chimarrão. 
O clima continuou chuvoso e esfriou. Como os bangalôs são equipados, minha mãe fez sopa de capeletti. 
Comemos, os homens tomaram vinho e depois joguei "escova" e "bisca" com meu pai. Esses jogos são com o baralho espanhol, muito típico da gringolândia. Nesta noite a Rafaela dormiu no bangalô dos meus pais e com a Belinha (a cachorrinha deles). 
O meu irmão desistiu de ir e seríamos seis pessoas. Sobrou uma cama.
Assistimos o filme A Casa dos Sonhos. Suspense... com o barulho dos galhos batendo no telhado... ui!
... 
No dia seguinte tomamos café (muito bom apesar da fila) sem pressa. Depois saímos para caminhar. Fomos no outlet da Dakota (comprei dois sapatos, um pra mim e um pra Rafa), em duas lojas de artesanatos e na cervejaria Edelbrau. No retorno entramos na Tramontina. Vale a pena. Tem ofertas imperdíveis.
Voltamos para o Hotel e o Paulo quis sair para comprar algo para comer. 
Paramos no Tulipa Restobar, onde compartilhamos um creme de cinco queijos e uma Ala Minuta. 
Compramos cuca, biscoitos e croissants numa padaria para levar ao resort pro café da tarde. 
De volta, continuou a chover, quase acabei de ler meu livro Doutor Sono, Paulo foi pescar e eu voltei para o bangalô de meus pais para tomar chimarrão. 
Mais tarde, à noitinha, joguei cartas com meu pai e estamos empatados. Num próximo encontro vamos ter que tirar a limpo quem é o melhor na Bisca e na Escova. 
Acabei de ler o livro de noite e o Paulo passou mal, com dor de garganta. 
Ao ligar para a recepção, não havia remédios e nem farmácia aberta. Fiz um chá e e ele conseguiu descansar. 
... 
Na segunda fomos um pouco mais cedo tomar café e evitamos o furdunço. Muita variedade e bem gostoso o desjejum. 
Depois ficamos na cabana tomando chimarrão do lado de fora enquanto apreciamos o lugar mágico e lindo. 
Hora de partir, o checkout foi rápido, descontaram a estadia do meu irmão que não foi e depois das despedidas descemos a BR 116 em direção à Porto Alegre. 

... 
Pontos altos do Villaflor - proximidade e facilidade de acesso, localização, atendimento, imensidão verde, ambiente super limpo, muitas opções para quem quer realmente relaxar, silêncio, cabanas super acolhedoras, opções de entretenimento para crianças e adolescentes, muitas araucárias, gatos, pássaros, aceita cães. 
O que ficou a desejar - mais organização no café da manhã, wifi inexistente, sinal de celular Vivo ou Claro inexistente (sei que independe do Resort mas foi ruim ficar sem comunicação). Inexistência de uma farmácia de coisas básicas para necessidade na recepção do hotel.
... 
Voltaria com certeza. Ideal para casais e para famílias com crianças e animais domésticos. 
... 
Fotos:
BR 116 cheia de plátanos
Mapa
Entrada
Bangalô da mãe
Wc do bangalô
Cama de casal
Meu bangalô
Vista de dentro
Lareirinha
Minha cama
Bangalo 223
Bangalô 224
Belinha
Mãe, eu e a Belinha
Mãe, eu e a Belinha
Lugar lindo
Bangalô 224
=)
Belinha
É nóis!
Estradinha interna




Várias ervas e chás na mandala






Trilha
Mãe e eu




Mais subidas
Subidas
Nascente
Paulo
Lugares muito fofos
Lago
Amor
Caminhos
Carriola
Eu vejo Paulo e Rafa !


Delicadeza
Ponte pênsil
Ponte pênsil
Pinheiros e plátanos
Queda d´água
Queda d´água
Lago
Rafa caiu dos patins
Pai e Rafa
Paulo na pinguela
Cervejaria Edelbrau
Cervejaria Edelbrau
Cervejaria Edelbrau
Cervejaria Edelbrau
Cervejaria Edelbrau
Cervejaria Edelbrau
Avenida de Nova Petrópolis
Café da manhã
Felinos
Felinos
Felinos