Mostrando postagens com marcador filhos felinos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filhos felinos. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Luan

Luan é um british shorthair que nasceu no Gatil da minha amiga Tati e foi vendido para uma pessoa que pareceu ser um excelente tutor.
Tempos depois a Tati resgatou o Luan cheio de pulgas, magérrimo, trancado num cômodo dessa mesma pessoa. Muito, muito triste.
Levou de volta pro gatil, cuidou dele e eu me ofereci para ser tutora. Ele veio para nossa casa, socializou muito devagar, chegava perto da gente só quando estávamos em uma posição quase deitada. Até hoje é um gatinho assustado. 
O único dos outros gatos que ainda o assediava até meses atrás era o Bartolomeu. Com os demais sempre foi tranquilo.
Achei que com a chegada da Chanel iria piorar e não é que estava completamente enganada? O Bartolomeu parou de implicar com ele e agora, apesar de ainda ser receoso, o Luan fica mais tempo perto da gente, espera por carinho mesmo que a gente esteja em pé, mia bem baixinho quando quer atenção.
O que me deixa tranquila é saber que ele conseguiu sair daquela situação do início de sua vida e vir para nosso lar, junto com irmãos felinos, humana e canina. Ele tem seis aninhos e é um gatinho muito amado.








sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Ébano

Ébano também é da gangue do Dom Nelson Bavarescone e age com mais
rapidez que o mano Bartolomeu. Ele tem apenas três patas mas é de todos o mais rápido e veloz. Consegue fazer tudo o que os outros fazem e o seu pelo é o mais brilhante de todos.

Bom, depois da chegada da Chanel ele mostrou mais ainda seu temperamento forte. Não curte a cachorrinha e revida às investidas dela. Não raro corre atrás da figurinha para dar umas patadinhas. Mas sempre de unhas aparadas por essa que vos tecla. Não dou mole para acidentes.

O Ébano foi resgatado junto com o Bartolomeu nas ruas do Rio, pela amiga querida Tatiana. Primeiro adotei o Barto e depois pedi para vir o Ébano já que os dois se conheciam. Ambos vieram em momentos diferentes de avião. Experiência tranquila para todos.

Até hoje é o mais miento, conversa pra caramba e sempre que pode sobe no vaso sanitário para ganhar carinho na cabecinha, quando estou escovando os dentes. O charme dele são os dentinhos vampirescos à mostra!

Amo muito esse meu pretinho básico e lembro a todos, sempre, que gato preto não dá azar. O azar é ser preconceituoso.

Fotos:




segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Alemoa

Lembro como se fosse hoje: abri a caixinha de transporte que o Marco levou na
By Giane Portal
minha casa e dela saiu uma gata toda laranja e gordinha amassando pãozinho no assoalho, apesar de ter vivido na rua até então.
Voltando mais atrás, fazia tempo que eu sonhava em colocar outro gato em casa para o Nelson não se sentir tão só. Eu sempre amei gatos laranjas, que me lembravam os gatos da minha vó e o Scabadefo que era de uma amiga na minha adolescência. 
Um dia procurando bichanos adultos para adotar, dei de cara com a foto da Alemoa. Entrei em contato e no mês de maio aconteceu a cena que contei aí em cima.
Bom, eu era mãe de gato de primeira viagem, já larguei a Alemoa ao invés de fazer adaptação e não testei para nenhuma doença. Mas o que estava feito, estava feito. 
Demoraram um pouco para se adaptarem mas a Alemoa sempre foi firme com o Nelson. Nesse meio tempo busquei ajuda na internet, acabei ingressando em vários grupos que tratavam do assunto Felinos, conheci muita gente especial com quem interajo até hoje. Devo isso à Alemoa.
Ela viveu uma vida boa ali em casa. Não sei ao certo a idade que tinha. 
Sempre foi uma gatinha na dela, até que um dia a Giane foi lá em casa, fez umas fotos maravilhosas e me provou por A+B que a Alemoa não era assim tão blasé como eu afirmava.
By Giane Portal
Em setembro de 2011 ela partiu e eu fiz um tributo no meu antigo blog. Perdemos a Moa para a insuficiência renal. Foram dias muito tristes, mas ela estava bem acompanhada pela querida Dra Cris.
Teve seus três anos finais dentro de casa, muito amada, fora das ruas. Tenho certeza absoluta que foram anos felizes. 
Saudades.


By Giane Portal
By Giane Portal
By Giane Portal
By Giane Portal
By Giane Portal
By Giane Portal
By Giane Portal

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Nelson

Nélson - o poderoso chefão, o mandante de todas as estripulias da casa. Ele é muito carinhoso e relações públicas do lar. O único que chegou pequetitinho aqui e acha que é (e é) o dono de tudo e de todos. Don Bavarescone! 
Foi adotado aos dois meses de idade em 2006. Ao chegar em casa com a irmãzinha Abelha, logo foi tomando conta de tudo. 
A primeira providência, mãe de gato de primeira viagem que eu era, foi colocar telas em todas as janelas. Não lembro quem me instruiu mas tenho nítida a necessidade da época para que os filhotes não caíssem tentando agarrar pombas dos telhados. 
Lembro dele e a Rafaela brincando: o Nelson ficava em posição de ataque e ela chamava por ele. Então ele pulava nas pernas dela e ficava agarrado. A gente se divertia muito. 
Ele sempre foi serelepe, subindo nas mesas, rasgando lixo, entrando nos armários, tendo várias manias, mas, ainda assim eu não consigo pensar na minha vida sem ele.
Hoje, na terceira idade, tem que aturar uma pentelhinha canina, mas eu já vi ele dando alguns "pára-te quieto!" nela. Quando se sente muito incomodado sobe no arranhador e faz o que mais gosta: dorme em paz! 
Mas o melhor de tudo foi o que Nelson trouxe consigo: um monte de novos amigos gateiros, gente muito do bem, mais gatos e muito amor e companheirismo. Isso não há preço que pague, de verdade. 
Hoje está com dez anos, já teve que retirar um canino e um dentinho da arcada de baixo, mas está feliz e faceiro dentro de nossa casa.
Amo demais meu primogênito. Sou grata por ele existir na nossa vida. E ele sabe disso!
Nelson by Giane Portal
Bebezinho amado!!! 
Meu amor, meu companheiro!

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Nossos Filhos Felinos


Por causa dos gatos eu já tive oportunidade de conhecer pessoas do mundo todo! 
Esse dia foi mais um encontro feliz na casa da Erika, em São Bernardo do Campo, láááá em janeiro de 2010. 
Eu era novata no grupo e fui recebida com tanto amor que foi impossível não me emocionar desde então com cada conquista, cada alegria, cada perda, cada notícia compartilhada no grupo. 
Ano passado algumas das meninas estiveram aqui em Porto Alegre, e matamos um pouquinho as saudades. 
Mesmo que de vez em quando a convivência rareie por conta das circunstâncias, eu sei que vocês estão junto comigo no meu coração!!! 
Obrigada por existirem meninas e meninos.