Autor: PEDROSO, Kelli
Idioma: PORTUGUÊS
Editora: PERGAMUS
Assunto: Suspense psicológico
Edição: 1
Ano: 2017
ISSBN: 9788584370382
Resenha segundo a Pergamus: A personagem principal acorda repleta de sangue, e sem saber onde está. A única certeza que possui é que precisa sair do local onde se encontra, e pegar a estrada. Durante a trajetória, a protagonista é testemunha de várias atrocidades, o que faz com que ela seja confrontada com o próprio passado.
Minha Opinião: Conheço a Kelli. Quando sentei para começar a ler parecia que eu estava escutando a voz dela naquele sotaque fofo e peculiar lendo dentro da minha cabeça. Muito maluco isso.
Li tudo duma vez porque é muito fácil, linguagem sucinta e assuntos instigantes.
Desde o início eu tracei um paralelo da trajetória da personagem na BR-290 com a linha da minha vida, da vida de todas as pessoas.
Ao se deparar ao longo do caminho com algumas atrocidades, com percalços, buracos na via ou cansaço a reação imediata da protagonista era tentar de alguma maneira aliviar o sofrimento de quem estava sendo acometido por alguma espécie de violência ou injustiça. É o que normalmente fazem os seres humanos quando tem empatia pelos semelhantes.
Assim como um viajante de uma estrada que poderia muito bem fixar seus olhos ao volante e não prestar atenção em nenhuma paisagem ou cena externa, existem pessoas que simplesmente passam pela vida.
Quero crer que eu seja um pouco como a protagonista, com minhas dores, meus traumas, minha consciência e empatia dirigindo pela estrada da vida, prestando atenção no que me rodeia, fazendo paradas estratégicas e não só passando por ela e nada mais... porque realmente, em certos momentos da nossa existência as horas não importam mais.
Obrigada pela pérola Kelli.
Quero crer que eu seja um pouco como a protagonista, com minhas dores, meus traumas, minha consciência e empatia dirigindo pela estrada da vida, prestando atenção no que me rodeia, fazendo paradas estratégicas e não só passando por ela e nada mais... porque realmente, em certos momentos da nossa existência as horas não importam mais.
Obrigada pela pérola Kelli.
