No dia 06 de março, acordamos e fomos tomar café. Me lembrou café daqueles hotéis turísticos gigantes. Tinha uma variedade e café quentinho, e isso era o que importava.
Rumamos à Cadaques, cidade à meia hora de distância de carro. São apenas 23 quilômetros porém a estrada é cheia de curvas e paisagens e não tem com andar rápido. Passando Roses a gente fica babando em cada curva com a beleza do lugar.
Primeiro a gente sobre uma serra super alta e chegando em Cadaqués a gente desce quase a nível do mar.
Fomos direto a Portlligat, local mais retirado onde fica a casa em que Salvador Dali viveu de 1930 até 1982, quando sua esposa faleceu. É uma enseada protegida por uma ilha, de águas calmas do Mediterrâneo e clima ameno.
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Após a visita fomos de carro para o centro de Cadaques. A cidade lembra as cidades da Costa Amalfitana, com aquelas estradas estreitas que descem até a orla, de mão única.
Nesse momento começou uma chuva de pedra e estacionamos. Não tinha como descermos do carro. Assim que amenizou, voltamos vagarosamente para Roses. No retorno a temperatura foi caindo drasticamente e bem no alto da serra chegamos a 1,5º C.
Roses é uma pequena cidade costeira, que fica 16 quilômetros ao sul de Cadaques e paramos por lá, caminhamos e almoçamos num restaurante caseiro, onde as pessoas que ali circulavam pareciam se conhecer. Como é uma cidade que vive também do turismo, estava bem calma na época em que lá esivemos.
Logo após o almoço fomos de volta à Empuriabrava.
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Neste local da Costa Brava, se eu tivesse possibilidade gostaria de retornar. Por exemplo, Roses remonta a 333 anos a.c., com muita história para contar.
Da mesma forma Cadaques e toda aquela costa maravilhosa.
Quem sabe um dia?
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Alguns registros: